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SÃO PAULO (Reuters) - O PT divulgou nota neste sábado negando suposta contribuição financeira que teria sido feita pelas Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) à campanha de alguns candidatos do partido nas eleições de 2002, de acordo com reportagem de uma revista publicada neste fim de semana. "O Partido dos Trabalhadores não tem e jamais teve relações financeiras com as Farc", afirmou na nota o presidente do PT, José Genoino. "Tampouco apóia, no país vizinho, qualquer saída para a longa situação de beligerância vivida pelos colombianos que não esteja baseada em um acordo democrático, pacífico e constitucional", disse. Reportagem publicada na mais recente edição da revista Veja diz que documentos da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), datados de 2002, informam que enviados das Farc que participaram de uma festa perto de Brasília teriam dito que a organização contribuiria com 5 milhões de dólares para a campanha de alguns candidatos petistas na eleição daquele ano. O dinheiro entraria no país em transferências para cerca de 300 empresários simpatizantes do PT, que depois o repassariam ao partido em doações de campanha. A revista diz, no entanto, não ter encontrado indícios de que o dinheiro efetivamente saiu das Farc e chegou ao PT.
JDAIDET YABUS, Fronteira síria, 12 mar (AFP) - Cerca de 60 veículos militares sírios, levando soldados e equipamentos, deixaram o Líbano e retornaram à Síria na madrugada deste sábado, segundo um correspondente da AFP. da Folha Online O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) deu provimento ao recurso ajuizado pela Advocacia Geral da União e modificou nesta quinta-feira a sentença do TRE (Tribunal Regional Eleitoral) de São Paulo, que havia condenado o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a pagar uma multa de R$ 50 mil por ter feito discurso em favor da ex-prefeita Marta Suplicy, durante a inauguração do prolongamento da avenida Radial leste, no dia 18 de setembro de 2004. Acompanhando parecer da Procuradoria Geral Eleitoral, o ministro relator do processo, Caputo Bastos, ressaltou em seu voto a inexistência de sustentação, nos autos do processo e no próprio acórdão do TRE, que comprove a utilização de bem público na cerimônia de inauguração da referida obra. Sustentou, ainda, que o pronunciamento do presidente Lula em favor da então candidata Marta Suplicy está de acordo com o preceito constitucional que garante a livre manifestação do pensamento, e que tal posicionamento não afetou o princípio da igualdade entre os candidatos ao pleito. O voto do ministro Caputo Bastos pela modificação da sentença foi acompanhado pelos ministros Cezar Peluso, Peçanha Martins e Luiz Carlos Madeira. O ministro Marco Aurélio foi o único a votar pela manutenção da punição imposta ao presidente pela Justiça Eleitoral de São Paulo. O ministro Humberto Gomes de Barros se absteve de votar. Publicidade O vice-presidente da República e ministro da Defesa, José Alencar, mudou de idéia e voltou a admitir hoje a possibilidade de intervenção na Varig, segundo informou hoje a deputada Yeda Crusius (PSDB-RS), coordenadora da frente parlamentar em defesa da Varig. Em uma audiência pública --esvaziada pela ausência dos principais convidados-- para discutir a situação da companhia aérea, os deputados das comissões de Desenvolvimento Econômico e Relações Exteriores decidiram pedir ao Executivo uma intervenção na empresa. Segundo a deputada, que foi recebida por Alencar ao lado de um grupo de parlamentares no início da tarde de hoje, o ministro prometeu encaminhar o assunto à AGU (Advocacia Geral da União) assim que receber o pedido formal do Legislativo. Em entrevista aos jornalistas após encontro com os deputados, Alencar não descartou a intervenção como vinha se posicionando até então, mas disse que pode examinar a proposta e que isso tem que ser discutido "à luz da lei". O ministro da Defesa já defendeu antes a intervenção na companhia, mas havia mudado de idéia durante as negociações para a reestruturação da empresa, baseadas principalmente na nova Lei de Falências. As assessorias jurídicas da Câmara e do Senado deverão trabalhar na argumentação do pedido de intervenção até a próxima terça-feira (15), quando o assunto deverá ser levado à apreciação das comissões. A proposta do grupo de parlamentares é a de "intervenção para recuperação da companhia", mesma linha defendida pelos sindicatos dos trabalhadores, e não para liquidação extrajudicial. Yeda Crusius afirmou que o Legislativo perdeu a confiança na diretoria da empresa, que estaria omitindo informações e se recusando a participar do debate sobre a empresa com o Congresso. Publicidade Internos do complexo Raposo Tavares da Febem (Fundação Estadual para o Bem-Estar do Menor), em São Paulo, libertaram os reféns e encerraram no início da tarde desta terça-feira a rebelião que havia começado por volta das 9h30. A fuga de um grupo de jovens provocou o motim. Durante a rebelião, aproximadamente 15 pessoas foram rendidas, de acordo com a assessoria de imprensa da fundação. Ainda não há informações sobre o estado de saúde dos reféns. A Febem afirma que 86 internos tentaram, mas apenas 36 conseguiram escapar --e oito foram recapturados. A polícia fará uma vistoria no complexo, e o número de fugitivos deverá ser confirmado após a contagem dos internos nas unidades. As duas unidades envolvidas na rebelião --unidades 27 e 28-- abrigavam 197 internos antes da fuga --número dentro da capacidade, de acordo com a fundação. Na noite de segunda-feira (7), sete jovens escaparam do Internato Fazenda do Carmo, na zona leste. A Febem afirma que eles renderam os vigias e saíram pelo portão da unidade. Nenhum foi recapturado. Crise Fugas e rebeliões tem sido freqüentes em unidades da fundação. Na madrugada de segunda, internos da unidade de Semiliberdade de Progressão, no bairro da Luz (região central de São Paulo), promoveram um tumulto que resultou em ferimentos em um funcionário. Também ontem, representantes de entidades de direitos humanos e de defesa da criança e do adolescente se reuniram com o secretário de Justiça de São Paulo e presidente da Febem, Alexandre de Moraes, para discutir a crise na fundação.
- Postado por: Crash às 09h38 PM
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Polícia prende suspeito de matar três pessoas em tribunal dos EUA
da Folha Online
Um homem acusado de matar ontem três pessoas em um tribunal de Atlanta foi detido nesta tarde, informou a polícia. Brian Nichols, 33, é acusado de matar a tiros um juiz, uma secretária e um segurança no prédio do tribunal do centro de Atlanta, no Estado da Geórgia (EUA).
Segundo a polícia, Nichols, que era o réu de um julgamento por estupro, se apoderou da arma de um policial quando era escoltado pelo tribunal.
Em seguida, ele entrou na sala de audiência e atirou no juiz Rowland Barnes, 64, e em sua estenógrafa, Julie Brandau, 43. Os dois morreram ao serem atingidos pelos disparos.
De acordo com a polícia, do lado de fora do prédio, Nichols encontrou outro policial, que também foi atingido e morreu após ser levado para um hospital. Uma quarta pessoa foi baleada na cabeça e está internada em estado grave.
Nichols foi detido em um complexo de apartamentos no norte de Atlanta, no Condado de Gwinnett, depois que centenas de policiais realizaram uma busca em toda a Georgia e em Estados vizinhos.
Com agências internacionais
- Postado por: Crash às 05h10 PM
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Cerca de 60 veículos militares sírios deixaram o Líbano
O militares deixaram o posto fronteiriço de Jdaidet Yabus, a cerca de 40 km ao oeste de Damasco e a 70 km ao leste de Beirute.
Este retorno dos soldados sírios ocorreu após os militares terem deixado na sexta-feira quase todas as posições no norte do Líbano, exceto seis escritórios dos serviços de inteligência, segundo uma fonte militar libanesa.
Na montanha em torno de Beirute, o exército sírio havia praticamente encerrado sua transferência para a região de Bekaa, de acordo com o correspondente da AFP.
- Postado por: Crash às 12h13 PM
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TSE libera Lula de pagar multa por discurso em SP
- Postado por: Crash às 01h20 PM
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Alencar volta a admitir intervenção na Varig
PATRICIA ZIMMERMANN
ANA PAULA RIBEIRO
da Folha Online, em Brasília
- Postado por: Crash às 08h43 PM
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Internos libertam reféns em complexo da Febem em São Paulo
da Folha Online
- Postado por: Crash às 02h53 PM
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Presidente boliviano Carlos Mesa renuncia ao cargo
da Folha Online
O presidente da Bolívia, Carlos Mesa, 51, anunciou que irá apresentar nesta segunda-feira sua renúncia do cargo. O anúncio foi feito por meio de uma mensagem transmitida pelas emissoras de rádio e TV do país na noite de domingo.
"Decidi apresentar à consideração do país, à consideração de vocês, cidadãos e cidadãs da Bolívia, como manda a Constituição, e mediante o Congresso Nacional, minha renúncia ao cargo de Presidente Constitucional da República", afirmou, na mensagem.
Entre os motivos que levaram Mesa à renúncia está a disputa com o líder da oposição, Evo Morales, do Movimento ao Socialismo (MAS), representante dos setores produtores de coca. Morales encabeça as manifestações para pressionar o governo a aprovar uma lei que aumentaria de 18% a 50% o valor dos impostos pagos por empresas multinacionais do setor de energia.
Reuters

Carlos Mesa tem 51 anos
Mesa assumiu o poder em outubro de 2003, quando era vice-presidente de Gonzalo Sanchez de Lozada, que renunciou após a morte de dezenas de pessoas em violentas revoltas populares.
O governo de Mesa enfrentava uma grave crise social no país e conflitos com o Congresso. O presidente declarou ainda que não estaria disposto a seguir com a "comédia vergonhosa" pela qual passa a Bolívia, referindo-se às pressões dos sindicatos.
Nas últimas semanas, o governo de Mesa vinha sendo pressionado por protestos feitos em toda a Bolívia por organizações políticas e sociais que, segundo ele, estariam "bloqueando o país". As organizações sindicais haviam convocado para esta segunda-feira novas mobilizações contra o governo.
O presidente boliviano disse ainda que, como já havia se comprometido anteriormente com seu povo, não iria "usar as Forças Armadas nem a polícia para desbloquear". "Aqui não haverá mortos", declarou.
Com agências internacionais
- Postado por: Crash às 10h24 AM
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