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da France Presse
Pelo menos 40 pessoas morreram em avalanches provocadas pelo mau tempo na parte da Caxemira controlada pelo Paquistão, informou neste sábado a polícia.
No início do dia, cerca de 33 pessoas morreram devido a uma avalanche numa localidade isolada de Mayyatan Wali Seri (nordeste), disse à "AFP" Tahir Mahmood Qureshi, um funcionário da polícia local.
"Nove casas foram totalmente destruídas, vinte mulheres e treze homens foram enterrados vivos sob a avalanche", afirmou.
Outras sete pessoas morreram em outras localidades --ainda não divulgadas por autoridades locais-- da Caxemira paquistanesa.
IDG Now!
A Polícia Federal prendeu na tarde de quarta-feira (09/02), em Porto Alegre (RS), duas pessoas envolvidas em roubo de informações financeiras via internet.
Em uma operação conjunta com a área de segurança da Caixa Econômica Federal, a Delegacia de Repressão a Crimes Fazendários da Superintendência Regional da Polícia Federal prendeu o estudante R.P.B, de 21 anos, e o advogado M.W.S, de 46 anos.
A dupla foi presa em flagrante enquanto tentava sacar R$ 46,7 mil. Os criminosos costumavam roubar dados bancários de correntistas da Caixa por meio de Cavalos de Tróia, que eram incluídos nas máquinas das vítimas a partir do acesso a sites falsos.
Ao receber mensagens eletrônicas em nome de instituições financeiras e bancárias, os correntistas eram conduzidos a páginas clonadas que, na verdade, capturava as senhas e dados sigilosos.
Nos últimos dois meses, a dupla já havia conseguido sacar R$ 98,3 mil. Na semana passada foram mais R$ 20 mil.
Segundo a PF, as investigações vão continuar a fim de apurar o destino dos valores roubados e outras pessoas envolvidas nos crimes.
| Andrea Comas/Reuters |
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| Polícia já investiga explosão na capital espanhola |
O centro de convenções, possível alvo da explosão, deve receber na tarde desta quarta-feira a visita do rei Juan Carlos e do presidente mexicano, Vicente Fox, para a inauguração de uma exposição de arte.
Genebra, 7 fev (EFE).- A contribuição financeira da comunidade internacional para construir casas temporárias para as vítimas do maremoto no sudeste asiático ainda é insuficiente, lamentou nesta segunda-feira uma alta representante da ONU, em Genebra.
As contribuições também não são suficientes para os programas de criação de emprego, considerados essenciais pela ONU para que os povos afetados se recuperem e retomem um ritmo de vida normal.
O maremoto de 26 de dezembro no Oceano Índico afetou 11 países do sudeste asiático e devastou comunidades inteiras em Indonésia, Índia, Sri Lanka e Tailândia, deixando mais de 280 mil mortos.
A coordenadora das operações de resgate e reabilitação das regiões de desastre, Margareta Wahlstrom, pediu hoje aos governos que entreguem a ajuda prometida o mais rápido possível.
Wahlstrom sustentou que construir casas e oportunidades de trabalho para as vítimas serão os dois assuntos de maior importância em um futuro próximo.
"O que realmente fará diferença será o fato de que as pessoas possam voltar a trabalhar", disse a coordenadora, após insistir que deve ser evitado que a ajuda gere dependência, algo que "criaria um problema real a longo prazo".
As piores conseqüências do maremoto aconteceram no norte da ilha indonésia de Sumatra, onde causou mais de 200 mil vítimas, entre mortos e desaparecidos. No entanto, povoados inteiros em Sri Lanka, Índia, Tailândia, Maldivas, Seychelles e Somália (no leste da África) perderam suas casas e seus meios de sustentação.
Em janeiro, a ONU fez um pedido de fundos de emergência no valor de 977 milhões de dólares, que seriam canalizados por suas agências especializadas e permitiriam o financiamento dos programas de ajuda mais urgentes nos seis meses seguintes à catástrofe natural.
Mesmo existindo promessas de doações para cobrir a maior parte desse montante, a cota destinada concretamente aos programas de moradia e promoção de emprego "foi financiada em menos de 50%", disse Wahlstrom.
Até o momento, os doadores fizeram promessas formais de 901 milhões de dólares, indicou uma fonte do Escritório de Assuntos Humanitários da organização.
Os programas de geração de renda compreendem ações como a limpeza de escombros, para a qual podem ser contratados moradores das regiões devastadas. Além disso, são aceitos equipamentos para a pesca, que constituía a principal atividade geradora de renda em várias regiões afetadas.