
![]() ![]() ![]() |
Meu perfil BRASIL, Sudeste, CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM, AEROPORTO, Homem, de 20 a 25 anos, Portuguese, Informática e Internet, Música MSN - diegocecon@hotmail.com |
|





![]() |
Shareaza 2.1
Compartilhe arquivos em diversas redes P2P simultaneamente. Em português. |
![]() |
MSN Messenger 7.0 Beta
A mais nova versão do comunicador instantâneo da Microsoft. |
![]() |
Messenger Plus! para MSN 7.0 Beta 3.40.112
Adicione vários recursos ao MSN Messenger 7.0 BETA. |

![]() |






da Folha Online, em Brasília
O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, fez hoje um balanço positivo da situação econômica do Brasil. Ao discursar durante a cerimônia de sanção da lei das PPPs (Parcerias Público-Privadas), no Palácio do Planalto, o ministro disse que o país tem todos os motivos para acreditar que entrou definitivamente numa rota de crescimento de longo prazo.
'Há 30 anos, o Brasil não conseguia ter, convivendo ao mesmo tempo, o equilíbrio de orçamento, uma inflação equilibrada e contas externas fortemente favoráveis como neste momento. O Brasil teve déficits externos de mais de US$ 30 bilhões, hoje faz superávits de balança de US$ 33 bilhões e superávit de conta corrente de mais de US$ 10 bilhões' afirmou.
Palocci alertou que no Brasil não pode encarar as PPPs como um remédio para todos os problemas do país. Segundo o ministro, muitas reformas ainda são necessárias.
'O conjunto de reformas feitas nesses dois anos faz com que possamos afirmar hoje que o presidente Lula, com o apoio forte do Congresso Nacional, começa a introduzir o Brasil, do ponto de vista das suas instituições, no que há de mais moderno e de mais dinâmico em termos de legislação institucional'.
Palocci ressaltou em especial a Lei de Falências, que segundo ele, vai permitir que o Brasil possa recuperar suas empresas em difícil situação financeira. De acordo com o ministro, empresas com mais de 10 anos de existência não eram recuperadas no país devido à falta desta Lei.
Antonio Palocci afirmou ainda que a condução da política econômica brasileira visa somente o desenvolvimento social do país. 'Não há sentido em uma política econômica se ela não resulta no aumento da renda, na geração de empregos e no crescimento da nação'.
O ministro lembrou que as PPPs são fundamentais para o investimento nos setores que dão grande retorno social, mas pouco retorno econômico.